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Coren-PR e Novembro Azul: O tabu não salva vidas, mas a prevenção sim


01.11.2024

Diversos meses do ano são voltados à sensibilização de temas relacionados à saúde, buscando alertar para a prevenção de doenças, incentivar a busca pelo tratamento precoce e combater estigmas. O mês de novembro não é diferente, abrigando o Novembro Azul, dedicado à conscientização sobre o câncer de próstata. Aliada incondicional, a Enfermagem está no centro das ações da campanha, sendo fundamental para orientar sobre os exames preventivos e contribuir na redução da resistência em relação aos cuidados com a saúde masculina.

O Conselho Regional de Enfermagem do Paraná (Coren-PR) abraça essa causa, pois compreende que é necessário não apenas trabalhar para garantir uma saúde de qualidade para todos, mas também para ressaltar o protagonismo exercido pela categoria. Ao longo de novembro, a autarquia vai realizar uma série de ações alusivas à campanha.

“O tabu não salva vidas, mas a prevenção sim. É fundamental quebrar os estigmas e falar cada vez mais sobre o câncer de próstata, para que mais homens sejam incentivados a buscar os cuidados especializados” , afirma Ethelly Feitosa, presidente do Coren-PR.

O câncer de próstata é o  segundo tipo de câncer mais comum entre os homens no Brasil. Para aumentar as chances de cura, o diagnóstico precoce é crucial. O Sistema Único de Saúde (SUS) oferece tratamento em hospitais habilitados em oncologia, incluindo exames clínicos e procedimentos cirúrgicos, como prevê a Política Nacional para a Prevenção e Controle do Câncer (PNPCC). 

Segundo dados do Ministério da Saúde, cerca de 20% dos pacientes com câncer de próstata são diagnosticados somente pela alteração no toque, reforçando a importância do teste para a identificação e o tratamento precoce.

A informação e a atenção aos sintomas ajudam na prevenção. Sangue na urina, dificuldade e demora para começar e terminar de urinar são alguns dos sinais de alerta.

Mesmo na ausência de sintomas, homens a partir dos 45 anos com fatores de risco, ou com 50 anos e sem estes fatores, devem buscar acompanhamento adequado para conversar sobre o exame de toque retal e sobre o exame de sangue PSA.

Fonte: Ascom Coren-PR