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Coren-PR defende protagonismo da Enfermagem em audiência sobre violência obstétrica

Debate na Assembleia Legislativa do Paraná destacou a importância de um modelo de atenção humanizado e a presença de enfermeiras obstétricas nos serviços de saúde

07.04.2026

O Conselho Regional de Enfermagem do Paraná (Coren-PR) participou de audiência pública promovida na Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) que debateu a violência obstétrica e a necessidade de modernização do modelo de atenção ao parto no Brasil. O encontro reuniu especialistas, representantes de instituições e profissionais da saúde para discutir políticas públicas voltadas à humanização do cuidado às mulheres.

Proposta pelo deputado estadual Goura (PDT), a audiência abordou a chamada “Reforma Obstétrica Brasileira” e destacou a importância de garantir os direitos das gestantes durante o pré-natal, parto e pós-parto, combatendo práticas consideradas desrespeitosas e prejudiciais.

Representando o Coren-PR, a conselheira Thabita Helena Vaz participou do debate e reforçou o compromisso da autarquia com a valorização da Enfermagem Obstétrica e a promoção de um cuidado centrado na mulher.

Durante a audiência, foi ressaltado que a atuação de enfermeiras obstétricas é fundamental para a construção de um modelo assistencial mais humanizado, seguro e baseado em evidências científicas. Esses profissionais desempenham papel essencial no acompanhamento do trabalho de parto, oferecendo acolhimento, escuta qualificada e métodos que contribuem para o bem-estar da mulher.

O debate também evidenciou a importância da presença de equipes multiprofissionais nos serviços de saúde, garantindo uma assistência integral e respeitosa. Nesse contexto, foi destacada a tramitação do Projeto de Lei nº 609/2020, que prevê a presença de enfermeiras obstétricas em maternidades e estabelecimentos hospitalares do Paraná, tanto da rede pública quanto privada.

Além disso, especialistas presentes apontaram que a violência obstétrica ainda é uma realidade recorrente, manifestando-se por meio de intervenções desnecessárias, desrespeito às escolhas da mulher e práticas que comprometem sua autonomia durante o processo de parto.

“O Coren-PR reafirma que defender a Enfermagem Obstétrica é fortalecer um modelo de atenção mais ético, qualificado e acolhedor, que respeita o protagonismo da mulher e contribui para experiências mais seguras e positivas no parto e nascimento”, destacou a conselheira Thabita Vaz.

A autarquia segue atuando ativamente em espaços de debate e construção de políticas públicas, com o objetivo de garantir o reconhecimento da atuação da Enfermagem e a melhoria contínua da assistência prestada à população.

Fonte: Ascom Coren-PR

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